Posso lucrar com o meu blog institucional?

Google AdSense

Imagem via Wikipedia

ATENÇÃO: Este blog migrou para http://network4b.com. Atualize seus favoritos!

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Normalmente me perguntam se um blog institucional pode trabalhar com sistemas de publicidade contextual, como o Google AdSense. Eu particularmente não vejo nenhum problema nisso, mas como este é um ponto sem muito consenso, prefiro responder que sim, desde que a empresa tome alguns cuidados, inclusive o de bloquear alguns conteúdos não relacionados exatamente à sua área de atuação ou de segmentos onde seus concorrentes podem estar (normalmente as ferramentas de publicidade contextual oferecem esta opção).

O principal motivo pelo qual eu respondo que não existem problemas em monetarizar o blog é que acredito que este é mais um canal de comunicação, não apenas da empresa, mas que muitas vezes oferece conteúdo de qualidade para seus leitores. Lembre-se que as revistas e house organs de empresas já fazem isso há muito tempo. Porém, não vejo sentido em trabalhar com publicidade de terceiros quando o blog é totalmente voltado para a divulgação dos próprios produtos, sem se focar, entretanto, em assuntos mais generalistas.

Existem algumas técnicas para monetarizar o blog, entre elas:

  • Publicidade contextual (Adsense e Yahoo)
  • Programas de pagamento por cliques
  • BlogAds
  • Text Ads
  • RSS Ads
  • Patrocínios
  • Programas de Afiliados
  • Venda e troca de blogs
  • Doações
  • Comentários patrocinados
  • Merchandising
  • Assinatura de conteúdo

Bom, fica a dica. Se você pensar em investir numa forma de compensação pelo seu blog institucional, tome apenas o cuidado de:

  • Selecionar os anúncios (para ter mais controle, venda as cotas diretamente)
  • Cuidado com os concorrentes
  • Não transforme o seu site num classificado ambulante.

Boa sorte!

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Novo endereço: network4b.com

Pessoal, a partir de agora o blog tem endereço NOVO! Isso mesmo, decidi investir num domínio próprio e estou testando algumas opções de layout com uma cara mais adequada para os conteúdos que vou postando aqui. Assim, para ler os posts, a partir de agora acesse:

 http://network4b.com.

O endereço é bem curtinho, para todo mundo lembrar com mais facilidade. Então, guarde nos seus favoritos o novo endereço do blog. Lembrando que os posts antigos também estão lá. Não precisa se preocupar em manter os dois endereços nos seus favoritos.

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Dicas para manter um blog corporativo

glog_dogO blog corporativo é só mais uma moda? Não, não é. Já se passou muito tempo desde que as empresas adotaram esse modelo de comunicação com o cliente para acreditarmos que esta é apenas mais uma onda – como muita gente ainda crê que sejam as redes sociais. Sendo assim, selecionei algumas razões pelas quais a sua empresa deveria ter um blog e, mais importante, como escrever nele.

  • Não substitui o site, mas quebra um galho. Isso mesmo. Você ainda não tem um site corporativo? O blog pode fazer as vezes de canal de informações por algum tempo e você minimiza a falta de presença na web. Além disso, pelo blog, sua empresa começa a aparecer nos resultados de pesquisa dos mecanismos de busca.
  • Baixo custo. Manter um blog sai mais barato do que imprimir flyers, por exemplo. São canais de comunicação diferentes, mas se a sua empresa já gasta algum dinheiro com impressão, participação em mídias como jornais e TV, por que não ter um blog?
  • Informalidade. Seu cliente pode começar a enxergar a sua empresa de maneira simples por meio de um blog. Como uma das características da escrita neste meio é a informalidade, a comunicação entre você e o seu público tende a ser facilitada.
  • Cuidado com o conteúdo. Tudo o que você escreve, seja na web ou fora dela, tende a ficar registrado, então cuidado. Evite conteúdos muito´polêmicos ou erros ortográficos ou gramaticais
  • Conteúdo relacionado. Relacione seu conteúdo a assuntos relevantes discutidos pela empresa, como por exemplo um comunicado importante a ser divulgado, um press release etc.
  • Cases e boas práticas. Sua empresa deve ter algum caso de sucesso para contar. Aproveite o espaço do blog corporativo para dizer ao mundo que inovações foram feitas e quais as boas práticas do seu negócio.
  • Reviews. Aproveite para comentar uma situação, um serviço, um produto da própria empresa. Descreva o produto, como funciona, quais as características positivas etc.

Leia mais:

O bambu e o carvalho

INNOVATION

Imagem por theonlyone via Flickr

Se a inovação consiste na adoção de métodos para obter um resultado diferente para uma situação específica, existem princípios que podem orientar o pensamento inovador de uma empresa ou de um profissional. Eu gostaria de destacar alguns. Existem algumas características que fazem com que uma empresa se destaque por ser boa ante seus clientes e fornecedores. Normalmente, as boas empresas:

a) Escutam seus clientes, o que se traduz em Atenção ao mercado.

b) Isso significa que elas também investem em Pesquisa e Desenvolvimento para criar tecnologias e métodos que as aproximem dos seus clientes.

c) Tudo isso é geralmente guiado por um sentimento de Simplicidade. E claro, por uma necessidade de se resolver uma situação específica.

Porém, muitas empresas ainda fracassam porque muitas das decisões lógicas inerentes ao gerenciamento são a causa da perda de posições de liderança. Isso normalmente se classifica numa morosidade para se tomar decisões ou para agir com a rapidez que o mercado determina. Isso também pode significar a adoção de tecnologias muito caras, que impactam no preço final de um produto ou serviço e que oferecem ao cliente algo que ele não precisa, por um preço que ele não está disposto a pagar.

Uma das frases que eu mais gosto é a de que as potencialidades de uma empresa definem suas incapacidades. É mais ou menos o princípio de uma análise SWOT bem feita, que é capaz de prever os pontos fortes de uma companhia e como eles podem se traduzir em empecilhos para o seu próprio crescimento futuro.

Normalmente, as empresas bem administradas possuem pouca flexibilidade. É mais ou menos como a história do bambu e do carvalho. O primeiro resiste às tempestades por ser flexível. Essa é uma das lições que muitas grandes marcas estão aprendendo na marra. às vezes é melhor se manter simples do que criar uma estrutura tão robusta a ponto de ser posta em risco com qualquer pequena mudança.

É através do pensamento inovador que muitas destas empresas estão se tornando mais enxutas e se despindo de uma capa de gordura que tornava seus processos mais lentos.

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Empresas deveriam se cadastrar em sites como o Reclame Aqui

Telecom Italia Mobile

Imagem via Wikipedia

Hoje eu gostaria de indicar um site que deveria fazer parte do “kit básico de monitoramento de mídias” de qualquer empresa, ou seja, locais que as empresas deveriam acessar sempre para saber o que se fala a respeito delas. A dica é o Reclame Aqui, um site bem simples e que permite a qualquer pessoa realizar uma reclamação sobre uma empresa, um serviço ou um produto e receber um contato da marca para obter mais explicações.

Eu mesmo já cheguei a escrever sobre a minha experiência com a Tim telefonia. Decidi postar uma reclamação no site para ver se a Tim faz a lição de casa e tenta saber o que os clientes acham dos seus serviços. Para quem acha que não vale a pena responder à reclamação de um só cliente, volto a reiterar aquele meu discurso chato de que na rede, não existe essa tal história de “um cliente só”, e uma opinião pode ganhar voz suficiente para causar bastante dor de cabeça.

A lógica do site é bem simples: o sistema de reclamações é aberto a qualquer um que preencha corretamente o cadastro no site. Sem qualquer custo a reclamação é publicada e um aviso é encaminhado via e-mail à parte reclamada, caso a empresa tenha seu Serviço de Atendimento ao Cliente Cadastrado no Reclame Aqui. As empresas poderão responder a qualquer momento, publicando assim a resposta à reclamação do cidadão, bastando apenas estarem cadastradas no site.

O site também permite comparar empresas diferentes e, no fim da reclamação, o cliente pode enviar uma mensagem pelo Twitter para a empresa (e consequentemente para toda a rede de contatos).

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Gerindo a sua reputação online

Quer apagar sua reputação ruim na rede e começar tudo do zero? Tem gente que promete isso. Aliás, quando se trata da reputação na rede, existem muitas promessas e resultados nem sempre garantidos. Que tal analisarmos, então, o que existe na área de gestão de marca na web?

a) Gestão de imagem digital: Trabalho feito por algumas empresas especializadas em RP online, a gestão digital promete reordenar resultados das buscas e mover, inclusive, todo o conteúdo negativo sobre você ou sua marca para áreas menos lidas. Entretanto, não parece ser tão fácil assim fazer uma ação como esta como as empresas prometem. Existem sites como o ReputationDefender, RemoveYourName e Integrity Defenders que oferecem pacotes para remoção de conteúdo hostil na internet. Se vale a pena…? Isso eu não sei dizer.

b) Você monitora o conteúdo? Parece simples, e na verdade é. A monitoração de conteúdo pode ser feita utilizando-se até mesmo ferramentas gratuitas, que eu inclusive já listei em posts anteriores. É fácil saber o que as pessoas falam de você na rede. Basta querer e dispor de tempo para passar um pente fino na web. Quem procura informações sobre pessoas pode utilizar o site Spokeo, que mantém informações sobre indivíduos na web.

c) Responda aos comentários mesmo que negativos. Essa é a melhor maneira de mostrar que você se interessa pelo que as pessoas estão a dizer sobre sua marca. Se receber uma crítica por um mau-serviço prestado, responda, proponha uma solução, faça com que o seu cliente se sinta orgulhoso de ter escolhido o seu serviço e que ele vai obter os resultados que gostaria com o seu produto. Não ignore os tamanhos dos comentários ou onde eles foram postados.

d) Esteja nas redes. Essa dica é tão óbvia que a maioria vai pensar que eu estou ficando louco de incluí-la, mas quantos empresários você já ouviu dizerem que não estão nem aí pro Facebook ou que não sabem o que é isso? Essa é uma boa maneira de ficar por fora do “buzz” e perder a oportunidade de rebater críticas à própria marca.

e) Cuidado ao falar bem, de você mesmo. Autopromoção não é uma boa tática para ser visto positivamente na rede. Aliás, a técnica pode até ser desastrosa. Os internautas reconhecem quando uma pessoa está simplesmente participando de uma discussão para promover um serviço, sem acrescentar, entretanto, nada de construtivo.

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O que é ser inovador?

The typical life-cycle of a manufacturing proc...

Imagem via Wikipedia

Você já deve ter se perguntado o que é inovação e em algum ponto deve ter pensado que a inovação está ligada a tecnologias caras e voltadas para o lado digital. Porém, tanto a palavra inovação quanto tecnologia têm sido incompreendidas pela maioria das pessoas que, por puro preconceito, acabam negligenciando o poder que as simples mudanças podem ter sobre um negócio ou uma marca.

Tecnologia não é nada mais do que fazer uma coisa de uma maneira diferente utilizando uma ferramenta. Sejamos bem simplistas com a definição porque acredito que todas as definições devam ser colocadas em termos práticos. Assim, a roda foi uma tecnologia quando as pessoas precisaram transportar mercadorias por grandes distâncias. O fogo também foi uma nova tecnologia num momento em que o homem ainda não sabia como manipular esse elemento.

A inovação, dessa forma, está ligada à tecnologia. E por isso pode ser dividida em três tipos:

a) Inovação Radical ou de Ruptura – Caracteriza-se pela incessante busca de ruptura e quebra de paradigmas na geração de algo totalmente novo. As inovações radicais são capazes de alterar completamente o panorama de uma determinada indústria.

b) Inovações incrementais – São melhorias aplicadas aos produtos, métodos, processos ou serviços já existentes e podem ser obtidas por meio de sugestões e reclamações de clientes, sugestões de funcionários.

c) Benchmarking – Benchmarking é um método de procurar os melhores processos e ideias observando-se o que é feito por uma outra empresa, marca ou pessoa.

Sendo assim, ser inovador ou simplesmente procurar uma nova tecnologia não quer dizer gastar muito reinventar a roda. Mas sim procurar por maneiras diferentes de se fazer a mesma coisa quando uma opção se mostra ineficaz, ineficiente, defasada etc. É simplesmente deixar de insistir em uma metodologia que claramente não está dando certo para de destacar.

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O verdadeiro poder da informação

Fear Uncertainty Doubt

Imagem por psd via Flickr

Você sabia que no Mato Grosso, pessoas recebem pensões vitalícias de R$ 15 mil reais por terem assumido mandatos relâmpago? É o caso do governador que passou 10 dias no cargo. Hoje, as despesas com esse tipo de pagamento chega a R$ 2,6 mi por ano de acordo com reportagem da Folha de S.Paulo.

A informação está na rede, basta acessar para ver. Aliás, depois da internet, ficou fácil fazer denúncias e tornar escândalos acobertados por anos mais conhecidos. Foi o mesmo fenômeno que tomou conta do mundo na ocasião da divulgação dos dados do Wikileaks, ou que alimentou a revolução na Tunísia.

Neste caso específico, temos um meio de comunicação responsável por dar publicidade ao caso, mas quantas vezes foram pessoas comuns as responsáveis por acionar os gatilhos que deram início a grandes mudanças sociais? Entretanto, se a internet também tem esse papel revolucionário, por que o tópico mais procurado no Google na última semana foi o … bbb11?

Até que ponto as pessoas estão preparadas para garimpas a informação e divulga-las? E qual seria o papel destas pessoas em relação aos meios de comunicação já consolidados, como a televisão ou o rádio? Esse é um dos questionamentos que mais atormenta o jornalista atual, já que na web, todo mundo pode divulgar o que quiser e da forma que quiser.

Será? Infelizmente não. Entre divulgar uma informação e fazer-se ser lido, existe um grande espaço. Qualquer um pode escrever o que quiser, pelo menos aqui no Brasil, mas daí entre fazer esta mensagem alcançar grandes públicos existe uma boa diferença. Queiramos ou não, ainda repetimos os modelos tradicionais de comunicação no que diz respeito a adotar uma postura passiva em relação à recepção de informações. É por isso que quem interage e participa costuma se destacar mais do que aqueles que fazem o papel de receptores de informações.

Acredito no poder da rede e no potencial da internet para subverter estruturas e para dar vazão às mudanças que precisam ser feitas. Também acredito que a verdadeira informação é construída, pouco a pouco, por pessoas, pelos interlocutores. É por isso que um trabalho de publicidade pode ser totalmente destruído graças a um comentário infeliz no Twitter.

Via de regra, fazer-se conhecido exige certo esforço, compromisso e investimento. A forma mais fácil de ser lido ou escutado é falar e escrever, de preferência aquilo o que as pessoas querem ler ou ouvir.

A internet tem diversos paradoxos, entre eles essa questão: eu tudo posso falar, mas será que alguém vai me ouvir? Acho que sim. Desde que a educação seja levada a sério e que as pessoas e empresas se deem conta dos seus próprios papéis dentro da sociedade.

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Como o elogio faz a sua marca ser consumida na web

Family watching television, c. 1958

Imagem via Wikipedia

Uma das minhas experiências como profissional de marketing inclui uma passagem por uma empresa onde tínhamos a responsabilidade de administrar um fundo para aplicação em publicidade. Lembro que quando chegava o momento de decidir onde investir, a maioria era categórica: os investimentos em propaganda deveriam ser investidos em propagandas na TV ou em revistas de grande circulação.

Demorou, mas aos poucos fomos mudando a concepção de que o melhor tipo de propaganda é a tradicional, em grandes mídias e voltadas para um público de massa. Na verdade, a nanopublicidade é um conceito que vem ganhando força porque as pessoas descobrem, a cada dia, que esforços mais dirigidos são eficazes e complementam as ações de comunicação em grandes meios.

Isso significa que a publicidade também acontece quando um cliente posta uma opinião positiva sobre um produto. Um produto que não existe na internet, simplesmente corre o risco de nem ser consumido Existe um consenso entre quem trabalha com mídias digitais de que comentários positivos sobre um produto conseguem causar um efeito melhor do que grandes campanhas.

Assim, existem agências e pessoas especializadas simplesmente em conversar com o consumidor, criando tópicos em comunidades e esclarecendo dúvidas sobre uma marca na internet. Sabe-se hoje que muito do impulso de compra vem de um elogio feito por um amigo ou de uma crítica positiva que você leu na internet.

Dessa forma, entende-se que o ponto de venda ainda é importante para criar o desejo de compra, mas muito dessa vontade vem justamente da experiência passada do consumidor em relação à marca e, nos casos onde a marca nunca foi testada, de uma recomendação. Por isso, a publicidade na internet feita vias redes sociais também não pode nem deve ter a mesma linguagem tradicional dos meios de massa. Vale a conversação.

 

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Você sabe onde sua informação chega?

excesso de informação

Imagem por Nessa!!! via Flickr

Lembra daquele tempo em que você tinha que comprar o jornal para saber o que acontecia no mundo? Quanta coisa mudou em menos de 10 anos. Lembro que antigamente, para acessar o conteúdo do UOL, tínhamos que ser assinantes. Aí veio um tal de ZAZ que virou Terra e mudou tudo. E a concorrência foi tanta que hoje em dia é quase impossível esperar que uma pessoa compre um conteúdo que é amplamente divulgado.

Também havia um tempo em que você precisava ir à biblioteca para saber mais sobre algum assunto. Que as pessoas ainda vendiam enciclopédias e que a Wikipedia nem existia. Há tempos a informação deixou de ter dono. Porém, ainda existe um problema sério da gestão do processo de construção da informação. Ou seja, verificar se a informação é verdadeira e se responsabilizar por distribui-la.

Felizmente, qualquer pessoa pode escrever o que quiser na internet. Na Campus Party, que acontece em São Paulo, Al Gore ressaltou a importância de se manter a internet como um ambiente livre, com ampla circulação de qualquer tipo de informação, e um repúdio à censura. Porém, são poucas as pessoas que realmente se preocupam com o que acontece após a informação ser distribuída.

Imagine o seguinte: você, inocentemente, Twitta alguma coisa. Mas não lembra que aquela informação carrega muito mais do que suas palavras: ela também leva sua marca pessoal, e muitas vezes está impregnada pela sua forma de enxergar o mundo e de se relacionar com as pessoas, com o seu trabalho etc.

A informação tem duas pontas: a produção e a distribuição. Não é necessário apenas ter a certeza de que o que é produzido é verdadeiro e coerente. Também deve ser coerente a forma como o conteúdo representa o seu próprio produtor. Dessa forma, uma informação velha precisa ser monitorada e alterada assim que o contexto mudar. Por exemplo, hoje você pode responder a um cliente, no perfil da sua empresa, que determinado produto não é comercializado. Mas e se no futuro ele for? A informação que ficou lá, escrita, permanecerá. E visitantes incautos poderão ter a certeza de que você não tem o que eles precisam e pular para o seu concorrente.

É preciso tomar muito cuidado com o que você diz e estar atento para sempre voltar atrás e atualizar o que foi dito anteriormente, sempre que necessário. Seu site, seu perfil, sua comunidade, são retratos de quem você é e do que faz na rede.

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